Sobre a FAUSTO


Seja bem-vindo à minha revista.

Meu nome é Eliana de Castro, sou jornalista especializada em Jornalismo Cultural pela FAAP e mestranda em Ciência da Religião pela PUC-SP.

Cheguei ao nome FAUSTO quando reuni uma grande paixão e muito do que acredito. Sim, Fausto é pela grandíssima obra de Goethe, mas também porque o nome significa prosperidade. Literatura é a minha fortuna. Gosto muito de um pensamento de Alberto Manguel que diz: “Primeiro você descobre a vida nos livros e depois você vai vivendo e a vida começa a soar um deja vu.”

Os livros são a minha grande paixão, e deles jorram a minha inspiração, que aqui transformo no meu trabalho: sou uma escritora romântica, trágica, melancólica, porém rendida pela Beleza, minha salvaguarda. Em algum momento de minha trajetória também estudei Jornalismo de Moda e Cool-Hunting, mas a verdade é que foi minha inflamada forma de escrever que me trouxe até aqui.

Eliana de Castro, autora da FAUSTO.

Depois de grandes entrevistas com personalidades como a ensaísta americana Camille Paglia, o filósofo Luiz Felipe Pondé, o historiador Leandro Karnal e o cientista político João Pereira Coutinho, lançar a FAUSTO foi um movimento natural, mas que posiciona o meu trabalho para um leitor singular: aquele que também é apaixonado por livros e busca nas discussões profundidade e – por que não? – criatividade.

O que você vai encontrar na FAUSTO? Entrevistas e artigos que partirão de um ponto de vista particular, escritos em prosa poética. Da mesma forma, você vai ler artigos especiais de convidados como os filósofos Luiz Felipe Pondé e Renato Janine Ribeiro, Alex Catharino, entre outros.

As motivações que levam o homem a se expressar por meio da arte são sempre cheias de ambiguidades. O que isso quer dizer? Quer dizer que podemos fazer diversas leituras de uma mesma expressão. Quanto mais essas motivações forem controversas, mais caminhos se abrirão. E, sempre, para a única coisa que realmente importa. Por isso também é FAUSTO: a busca infinita por sentido.

 

FAUSTO
Que sou eu, se não posso alcançar, afinal,
A coroa com louros da nossa humanidade,
A que todos almejam com tanta ansiedade?

MEFISTÓFELES
Não és mais, meu senhor, do que és: um mortal!
Perucas podes ter, com louros aos milhões.
Alçar-te com teus pés nos mais altos tacões,
Serás sempre o que és: um pobre ser mortal!

Johann Wolfgang von Goethe, 1808.

 

Se desejar falar comigo, escreva para eliana.faustomag@gmail.com
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